
O último jogo dos quartos de final do Mundial 2026 junta os campeões em título e a maior surpresa do torneio. A Argentina vs Suíça disputa-se a 12 de julho, às 02h00 (hora de Portugal Continental), no Arrowhead Stadium, em Kansas City — o mesmo estádio onde Lionel Messi abriu o torneio com um hat-trick frente à Argélia. Desta vez, a Argentina regressa "a casa" para tentar garantir um lugar nas meias-finais.
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Sujeito a Termos & Condições.
Jogo | Argentina vs Suíça |
Competição | Mundial de Futebol de 2026 — Quartos de Final (eliminatória direta) |
Data | 12 de julho de 2026 (domingo), madrugada de sábado para domingo |
Hora | 02h00 (hora de Portugal Continental) |
Estádio | GEHA Field at Arrowhead Stadium, Kansas City — Missouri (EUA) |
TV Sinal Aberto | RTP |
TV Paga | Sport TV |
Streaming Gratuito | YouTube LiveModeTV |
Árbitro | João Pinheiro |
Vencedor enfrenta | o vencedor de Noruega vs Inglaterra (11 jul, Miami) nas meias-finais a 14 de julho em Dallas |
No historial geral, a Suíça nunca venceu a Argentina em sete encontros: cinco vitórias argentinas e dois empates. Nos Mundiais, são dois os encontros anteriores — e em ambos a Argentina venceu nos momentos mais difíceis:
1966 (Inglaterra) — Fase de grupos: Argentina 2-0 Suíça — vitória confortável de La Albiceleste na fase de grupos.
2014 (Brasil) — Oitavos de final: Argentina 1-0 Suíça (após prolongamento) — a Suíça resistiu heroicamente aos 90 minutos (0-0), mas Ángel Di María decidiu aos 118' num golo de ataque rápido que eliminou uma Suíça que tinha estado à altura durante todo o jogo.
Este será o terceiro duelo em Mundiais — e a Suíça entra com o recorde de jamais ter vencido a Argentina em uma competição oficial.
Fase de grupos: 1.ª classificada com 9 pontos — 3-0 à Argélia no Arrowhead Stadium (abertura do torneio, hat-trick de Messi!), 2-0 à Áustria, 3-1 à Jordânia. Ataque devastador, apesar de algumas fragilidades defensivas.
16 avos de final: vitória 3-2 AET sobre o Cabo Verde — Argentina só empatou (1-1) ao fim dos 90 minutos frente a estreantes numa Copa do Mundo. No prolongamento, a qualidade individual prevaleceu.
Oitavos de final: remontada histórica 3-2 sobre o Egito — o momento que definiu este torneio para a Argentina. 0-2 a 11 minutos do fim: Romero cabeceou (1-2), Messi — que tinha falhado dois penáltis anteriores — empatou em 4 minutos e 19 segundos de diferença, e Enzo Fernández selou a reviravolta nos descontos. Messi descreveu o ambiente como "de arrepiar". Alguns lances de VAR geraram polémica, mas o resultado manteve-se.
Fase de grupos: 1.ª classificada com 7 pontos — 0-0 vs Qatar (estreia), 4-1 à Bósnia-Herzegovina (exibição de poder ofensivo), 2-1 ao Canadá (vitória cirúrgica).
16 avos de final: vitória 2-0 sobre a Argélia — primeira vitória da Suíça na fase a eliminar de um Mundial desde 1938. Exibição sólida e controlada.
Oitavos de final: 0-0 com a Colômbia (ap) — Suíça venceu nos penáltis 4-3 — a Suíça mostrou o seu lado mais resiliente. Kobel foi sólido na baliza; Granit Xhaka converteu o penálti decisivo. O marcador nulo esconde uma exibição de disciplina tática notável.
A Argentina é a equipa mais imprevisível dos quartos de final — e também a mais talentosa. Cinco jogos, cinco vitórias, 12 golos, mas também dois sustos enormes (Cabo Verde e Egito) que levantam questões sobre a consistência defensiva e a dependência excessiva de Messi. Com 8 golos no torneio e 21 na carreira em Mundiais, Messi é o maior artilheiro da história da competição — e o único jogador da história a marcar em seis Mundiais diferentes. Aos 39 anos, está a jogar como se tivesse 29.
Lionel Messi — 8 golos no torneio, lidera a Bota de Ouro; ainda com energia para decidir nos momentos decisivos — como provou ao marcar e assistir em menos de 5 minutos para virar o jogo do 0-2 para o 2-2 frente ao Egito
Enzo Fernández — o médio do Chelsea foi o mais criativo e dinâmico da Argentina neste torneio; marcou o golo da vitória vs Egito
Emiliano Martínez — guardião de classe mundial, decisivo nas penalidades e em momentos de pressão; esperado para ser testado por uma Suíça que defende e contra-ataca
Dúvida ofensiva: Lautaro Martínez vs Julián Álvarez — nenhum dos dois tem estado ao melhor nível; Scaloni tem de decidir quem acompanha Messi no ataque. Lautaro Martínez foi crucial a preparar o golo de Enzo vs Egito e deve ser o preferido
A Suíça tem uma das melhores defesas ainda em prova — e a equipa que igualou o resultado de 1954 onde os helvéticos também chegaram aos quartos de final do Campeonato do Mundo. Apenas 2 golos sofrido em 5 jogos (o 4-1 à Bósnia-Herzegovina incluiu 4 golos marcados; os outros jogos foram 2-0, 2-1, 2-0 e 0-0). Murat Yakin construiu uma equipa compacta, organizada no bloco defensivo e perigosa nos contra-ataques com Dan Ndoye e Ruben Vargas. A perda de Johan Manzambi (3 golos no torneio, melhor marcador) por lesão no joelho pode retirar à Suíça a principal ameaça de profundidade e desequilíbrio ofensivo — e vai mudar a forma como Yakin aborda o ataque.
Granit Xhaka (Sunderland) — capitão com 33 anos, coração e alma desta equipa; o seu passe e a liderança são insubstituíveis. Converteu o penálti decisivo vs Colômbia
Manuel Akanji (Manchester City) e Nico Elvedi — dupla central sólida que foi fenomenal vs Colômbia; vão ter o maior teste das suas carreiras contra Messi e Lautaro
Gregor Kobel (Borussia Dortmund) — guarda-redes de nível top-10 europeu; sólido e confiante na baliza desde o início do torneio
Breel Embolo — avançado de referência em substituição a Manzambi; tem presença física, mas não a velocidade e instinto goleador do jogador lesionado
Duas baixas confirmadas: Michel Aebischer e Luca Jaquez — forçam ajustes táticos significativos em duas linhas diferentes. Fabian Rieder e Ardon Jashari devem cobrir os espaços. Johan Manzambi (joelho) está em dúvida.
Formação provável: 4-3-3 / 4-4-2
Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez, Nicolás Tagliafico; Rodrigo De Paul, Alexis Mac Allister, Enzo Fernández; Lionel Messi; Lautaro Martínez, Julián Álvarez.
Formação provável: 4-3-3
Gregor Kobel; Silvan Widmer, Manuel Akanji, Nico Elvedi, Ricardo Rodríguez; Granit Xhaka (c), Remo Freuler, Fabian Rieder; Dan Ndoye, Breel Embolo, Ruben Vargas.
Nota: Os onzes oficiais são anunciados cerca de uma hora antes do início do jogo.
Argentina | Sem baixas confirmadas por lesão ou suspensão — elenco disponível Tagliafico vs Medina — disputa tática pelo lugar de lateral-esquerdo |
Suíça | Johan Manzambi pode não jogar devido a lesão; melhor marcador da Suíça no torneio (3 golos + 2 assistências); baixa muito pesada Michel Aebischer — indisponível Luca Jaquez — indisponível Granit Xhaka e Gregor Kobel — disponíveis e líderes inquestionáveis |
A Argentina parte como favorita. A qualidade individual de La Albiceleste em ataque, liderada por Messi, é incomparável. A Suíça nunca venceu a Argentina em sete encontros, e chega a este quarto de final com três baixas confirmadas no ataque e no meio-campo.
Mas não é assim tão simples. A Suíça tem a melhor defesa do torneio (apenas 1 golo sofrido em 5 jogos) e mostrou que sabe resistir durante 120 minutos sem sofrer — como aconteceu frente à Colômbia. A Argentina precisa de ter paciência, já que os suíços vão defender em bloco baixo, compacto, e explorar as transições com Ndoye e Vargas pelos corredores. O ponto fraco da Argentina — os espaços nas costas dos laterais — foi exatamente o que o Cabo Verde e o Egito exploraram. Se Manzambi não jogar, a Suíça perde a principal arma para explorar esses espaços — o que paradoxalmente pode ser a maior diferença neste jogo.
A batalha de meio-campo entre Granit Xhaka e Alexis Mac Allister pode definir o ritmo e o destino deste quarto de final.
Odds Especiais de referência — confirma sempre na bwin antes de apostares, as odds mudam até ao apito inicial:
Vitória da Argentina | 1.68 |
Empate | 3.40 |
Vitória da Suíça | 5.00 |
Argentina / Argentina – Intervalo/Tempo regulamentar | 2.87 |
Suiça – Qualificar-se | 3.40 |
Nota: eliminatória direta — empate ao fim dos 90' implica prolongamento e, se necessário, penáltis. A Suíça já provou que pode ir a prolongamento e penáltis. Na bwin, separa o mercado "resultado ao fim de 90 minutos" do mercado "qualificação para as meias-finais". Se quiseres posicionar uma aposta de longo prazo na Argentina campeã do Mundo, consulta as odds de vencedor do Mundial 2026 na bwin.
A Argentina parte como favorita graças à qualidade individual de jogadores como Messi, Mac Allister e Enzo Fernández. A profundidade do seu plantel e o talento ofensivo poderão fazer a diferença neste duelo dos quartos de final. O nosso prognóstico: vitória argentina, com Messi entre os marcadores, num jogo que pode ficar decidido pela diferença de qualidade ofensiva após uma primeira parte equilibrada.
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