
É um dos jogos dos quartos de final mais aguardado da competição. O Noruega vs Inglaterra de sábado à noite, em Miami, coloca em campo os dois dos melhores avançados do futebol mundial — Erling Haaland (7 golos no torneio) contra Harry Kane (6 golos) — e promete ser o jogo mais aberto e potencialmente mais goleador desta fase. O jogo realiza-se a 11 de julho, às 22h00 (hora de Portugal Continental), no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens. Uma história que ninguém escreveu antes: a Noruega disputa o primeiro quarto de final da sua história. A Inglaterra quer o terceiro lugar nas meias-finais nos últimos quatro grandes torneios.
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A Noruega bateu o Brasil três vezes num Mundial — em 1998 (fase de grupos, 2-1), 1998 (fase de grupos, 2-1) e agora em 2026 (oitavos de final, 2-1 com bis de Haaland no MetLife Stadium). A única equipa com um historial tão invulgarmente favorável contra o pentacampeão. E sábado à noite, os Vikings chegam ao Hard Rock Stadium em Miami para uma eliminatória que era impensável há três semanas — o primeiro quarto de final alguma vez disputado pela Noruega num Campeonato do Mundo.
Jogo | Noruega vs Inglaterra |
Competição | Mundial de Futebol de 2026 — Quartos de Final (eliminatória direta) |
Data | 11 de julho de 2026 (sábado) |
Hora | 22h00 (hora de Portugal Continental) |
Estádio | Hard Rock Stadium, Miami Gardens — Miami (EUA) |
TV Sinal Aberto | TVI |
TV Paga | Sport TV |
Streaming Gratuito | YouTube LiveModeTV |
Árbitro | Clement Turpin |
Vencedor enfrenta | O vencedor do jogo Argentina vs Suiça |
Este Noruega vs Inglaterra é, surpreendentemente, o primeiro encontro entre as duas seleções num Campeonato do Mundo. Apesar de um historial extenso em encontros de qualificação e amigáveis — o mais famoso dos quais em 1981, quando um locutor norueguês eternizou a vitória da Noruega sobre a Inglaterra (2-1, em qualificação para o Mundial de 82) com um discurso radiofónico que ainda hoje é citado —, as duas seleções nunca tinham partilhado a fase final de uma Copa do Mundo.
O historial geral favorece a Inglaterra, embora a Noruega tenha provas dadas em jogos importantes. No quadro atual desta competição, o que conta é o presente: uma Noruega que nunca tinha ido tão longe num Mundial, e uma Inglaterra determinada a não voltar a sair nos quartos de final como em 2022.
Fase de grupos (Grupo I): Noruega terminou 2.ª atrás da França — derrota 4-1 frente à França, seguida de duas vitórias nos restantes jogos de grupo (incluindo vs Iraque). Haaland não marcou vs França, mas esteve em destaque nos outros jogos. 2.ª classificada com pontos suficientes para a fase a eliminar.
16 avos de final: vitória 2-1 sobre a Costa do Marfim — Haaland marcou o golo decisivo tardio; jogo sofrido, Noruega levada para trás antes de responder. 1.ª vitória da Noruega na fase a eliminar de um Mundial desde 1998.
Oitavos de final: vitória 2-1 sobre o Brasil (MetLife Stadium, New Jersey) — Haaland marcou aos 79' e 90+', eliminando o pentacampeão num dos maiores resultados da história do futebol norueguês.
Fase de grupos (Grupo L): 1.ª classificada com 7 pontos — 4-2 à Croácia (arranque de gala!), 0-0 com o Ghana (único jogo sem golo), vitória sobre o Panamá. Thomas Tuchel encontrou o equilíbrio certo entre organização defensiva e poder ofensivo.
16 avos de final: vitória 2-1 sobre a RD Congo (Atlanta) — dois golos tardios de Harry Kane depois de a Inglaterra ter sido dominada durante 70 minutos. O banco e a eficácia de Kane fizeram a diferença.
Oitavos de final: vitória 3-2 sobre o México (Estádio Azteca, Cidade do México — um dos estádios mais intimidantes do mundo) — Bellingham marcou duas vezes em dois minutos, o México reagiu com Quiñones e Jiménez, Kane converteu o penálti para 3-2 numa partida com 10 homens depois da expulsão de Jarell Quansah — que fica suspenso para os quartos.
A Noruega é a maior surpresa positiva deste Mundial. Haaland marcou nas duas eliminatórias disputadas — um golo tardio à Costa do Marfim no tempo regulamentar e dois ao Brasil (79' e 90+') — e lidera agora a artilharia do torneio a par de Mbappé com 8 golos. O treinador Ståle Solbakken construiu uma equipa que combina o pragmatismo nórdico com a criatividade de Martin Ødegaard e a ameaça constante de Haaland — que, mesmo quando não recebe a bola em condições, tem a capacidade de resolver o jogo num momento único. A derrota por 4-1 com a França na fase de grupos revela que a Noruega pode ser explorada quando o adversário pressiona com velocidade e técnica — exatamente o que a Inglaterra pode fazer.
Erling Haaland (Manchester City) — 7 golos em 5 jogos, co-artilheiro do torneio a par de Mbappé; a sua ameaça não diminui mesmo quando a equipa está em dificuldades — marcou os dois golos ao Brasil nos descontos de jogo
Martin Ødegaard (Arsenal) — capitão, principal criativo; joga a ligar o jogo entre o meio-campo e Haaland com uma qualidade de passe que coloca qualquer defesa em dificuldades
Ørjan Nyland (Sevilha) — guardião que tem feito intervenções decisivas ao longo do torneio; composto sob pressão
Antonio Nusa (Leipzig) — jovem extremo belga-norueguês com velocidade e dribles imprevisíveis; a ameaça pelo corredor que a Inglaterra vai precisar de conter
Norway marcou em todos os 5 jogos — incluindo as duas eliminatórias, com 11 golos nos últimos 5 jogos da competição (média de 2,2 por jogo)
A Inglaterra chega aos quartos num momento de confiança renovada depois da épica vitória sobre o México no Azteca — 3-2 com 10 homens, o primeiro triunfo de uma seleção europeia no estádio histórico da Cidade do México numa fase final de um Mundial. Thomas Tuchel mostrou que tem um grupo com carácter e profundidade suficiente para gerir uma eliminatória difícil mesmo em desvantagem numérica. Kane e Bellingham já somam 10 golos entre os dois neste torneio — uma dupla de nível de qualquer grande seleção do mundo.
Harry Kane (Bayern Munique) — capitão e artilheiro com 6 golos; marcou em todos os jogos a eliminar que disputou no Mundial/Europeu da carreira. Vai defrontar Haaland no duelo de avançados mais esperado do torneio
Jude Bellingham (Real Madrid) — 4 golos no torneio, o médio inglês mais goleador da história em fases finais de Mundiais; indispensável nas transições e nos momentos decisivos
Declan Rice (Arsenal) — o motor defensivo, âncora de equilíbrio no meio-campo; a chave para limitar a influência de Ødegaard nos espaços entre linhas
Bukayo Saka (Arsenal) — velocidade e técnica pelo corredor direito; foi uma das melhores individualidades inglesas na vitória sobre o México
Suspensão: Jarell Quansah (cartão vermelho vs México) — obriga Thomas Tuchel a reorganizar a defesa central. Reece James regressa de lesão e deve ser titular no lado direito
Formação provável: 4-3-3
Ørjan Nyland; Holmgren Pedersen, Kristoffer Ajer, Leo Østigård, Bjørkan; Sander Berge, Kenneth Thorstvedt, Martin Ødegaard (c); Antonio Nusa, Erling Haaland, Alexander Sørloth (Atlético de Madrid).
Formação provável: 4-2-3-1
Jordan Pickford (Everton); Reece James (regressa de lesão), John Stones, Marc Guéhi, Nico O'Reilly; Declan Rice, Kobbie Mainoo; Bukayo Saka, Jude Bellingham, Marcus Rashford; Harry Kane (c, Bayern Munique).
Nota: Os onzes oficiais são anunciados cerca de uma hora antes do início do jogo.
Noruega | Sem baixas reportadas por lesão ou suspensão — elenco disponível na totalidade |
Inglaterra | Jarell Quansah — SUSPENSO (cartão vermelho vs México); o defesa central não pode jogar no quarto de final, obrigando a reorganização da dupla central Reece James — regressa de lesão; esperado para titular no lado direito da defesa Sem outros jogadores lesionados ou suspensos |
A Inglaterra parte como favorita, sustentada pela maior profundidade de plantel e pela experiência em eliminatórias — é o 11.º quarto de final da seleção inglesa num Campeonato do Mundo. Mas o favoritismo é ténue, e há boas razões para isso.
O argumento da Noruega: Haaland marcou em todos os jogos a eliminar neste Mundial, e uma equipa que derrota o Brasil num Mundial não precisa de ser respeitada — precisa de ser temida. Ødegaard em grande forma, Nusa a desequilibrar, Sørloth como alternativa física — esta Noruega marcou em todos os cinco jogos do torneio e em todos os adversários que enfrentou.
O argumento da Inglaterra: Tuchel tem o maior número de opções de qualidade no banco de qualquer equipa ainda em prova. Kane e Bellingham sozinhos somam 10 golos. E apesar do golo sofrido nos últimos dois jogos, a solidez estrutural do meio-campo com Rice permite-lhes absorver transições. A suspensão de Quansah é a maior preocupação — Haaland contra uma dupla central menos familiar com o trabalho juntos pode ser a receita para um golo norueguês nas primeiras e decisivas meias-horas do jogo.
O nosso prognóstico não está no resultado do jogo, mas sim nos golos. A força ofensiva de ambas as equipas justifica considerar mercados relacionados com golos, embora o desfecho do jogo permaneça incerto.
Odds Especiais — confirma sempre na bwin antes de apostares, as odds mudam até ao apito inicial:
Vitória da Noruega | 3.90 |
Empate | 3.50 |
Vitória da Inglaterra | 1.82 |
Inglaterra vence & Ambas Marcam | 3.80 |
Noruega vence & mais 2,5 golos | 6.75 |
Nota: eliminatória direta — empate ao fim dos 90' implica prolongamento e, se necessário, penáltis. Separa o mercado "resultado ao fim de 90 minutos" do mercado "qualificação para as meias-finais" na bwin.
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Este é o quarto de final mais difícil de prever — ambas as equipas têm uma força atacante acima da média . A nossa leitura: Inglaterra vence, mas não sem sofrer. O resultado mais provável é uma vitória inglesa, em jogo onde a profundidade do banco de Tuchel pode fazer a diferença na segunda parte.
Os mercados de "Inglaterra vence & Ambas marcam" e "Noruega vence & mais 2,5golos" são as nossas apostas de valor neste jogo — alinhadas com o padrão de ambas as equipas neste torneio.
+18. Sê responsável. Joga com moderação.
