
O Espanha vs Bélgica é o segundo jogo dos quartos de final do Mundial 2026 e reúne dois dos melhores ataques ainda em prova. O jogo realiza-se a 10 de julho, às 20h00 (hora de Portugal Continental), no SoFi Stadium, em Los Angeles (Inglewood). A Espanha chega como favorita e com um registo defensivo histórico: ainda não sofreu golos no Mundial 2026, tornando-se a primeira seleção a chegar a seis jogos consecutivos sem sofrer num Campeonato do Mundo. Do outro lado está uma Bélgica imprevisível, perigosa nas transições e com talento suficiente para discutir o acesso às meias-finais.
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Sujeito a Termos & Condições.
Jogo | Espanha vs Bélgica |
Competição | Mundial de Futebol de 2026 — Quartos de Final (eliminatória direta) |
Data | 10 de julho de 2026 (sexta-feira) |
Hora | 20h00 (hora de Portugal Continental) |
Estádio | SoFi Stadium, Inglewood — Los Angeles (EUA) |
TV Sinal Aberto | SIC |
TV Paga | Sport TV |
Streaming Gratuito | YouTube LiveModeTV |
Árbitro | Michael Oliver; quarto árbitro: Ramon Abatti |
Vencedor enfrenta | O vencedor de França vs Marrocos (9 jul, Boston) nas meias-finais a 14 de julho |
No historial geral entre as duas seleções, a Espanha leva vantagem. Em Mundiais, porém, o registo está empatado, com uma vitória para cada lado nos dois encontros anteriores:
1986 (México) — Quartos de final: Bélgica 1-1 Espanha (ap, pen. 5-4) — a Bélgica eliminou a Espanha nos penáltis na sua melhor campanha histórica, chegando depois às meias-finais
1990 (Itália) — Fase de grupos: Espanha 2-1 Bélgica — Espanha venceu com golos de Alberto Górriz e Míchel; La Roja foi eliminada nos quartos de final pelos penáltis com a Jugoslávia nessa edição
Fase de grupos (Grupo H): 0-0 Cabo Verde (Atlanta, 15 jun), 4-0 Arábia Saudita (Atlanta, 21 jun), 1-0 Uruguai (Guadalajara, 27 jun). 1.ª classificada, zero golos sofridos.
16 avos de final: vitória 3-0 sobre a Áustria (Los Angeles, 2 jul) — Oyarzabal ×2, Pedro Porro. Prestação dominante, baliza a zero.
Oitavos de final: vitória 1-0 sobre Portugal (Dallas, 6 jul) — jogo apertado, decidido por Mikel Merino a entrar do banco (84') e marcar aos 90+1'. Espanha superior no jogo mas sem grande clareza ofensiva.
Fase de grupos: arranque sofrido — empate 1-1 com o Egito, empate 0-0 com o Irão (com 10 homens após expulsão), goleada 5-1 à Nova Zelândia para garantir o apuramento como 1.ª. Uma entrada no torneio que não convenceu.
16 avos de final: vitória 3-2 sobre o Senegal ap — a remontada mais dramática dos oitavos. Bélgica perdia 0-2 a quatro minutos do fim: Lukaku reduziu (1-2), Tielemans empatou de cabeça (2-2, após erro do guarda-redes Diaw a sair), e Tielemans converteu o penálti decisivo no prolongamento (VAR, decisão polémica). Rei das remontadas.
Oitavos de final: goleada 4-1 aos EUA (Seattle) — De Ketelaere marcou duas vezes, Lukaku voltou a marcar a sair do banco. De Bruyne ficou no banco por poupança estratégica: Rudi Garcia guardou-o para o quarto de final.
A Espanha é uma das seleções mais consistentes do Mundial 2026. Chega aos quartos de final sem golos sofridos, um registo defensivo histórico que reforça a solidez da equipa de Luis de la Fuente. A vitória sobre Portugal, contudo, deixou algumas dúvidas ofensivas: La Roja criou oportunidades, mas precisou de um golo de suplente para decidir. A Espanha não está a ser esmagadora em todos os momentos, mas tem sido eficaz. Com Nico Williams ainda limitado pelo adutor, Álex Baena continua como opção provável para o corredor esquerdo.
Rodri — capitão, Ballon d'Or 2024, âncora defensiva. Faz a Espanha parecer imbatível em todos os momentos em que está em campo
Lamine Yamal — 17 dribles completados neste torneio, o mais alto número de qualquer jogador em prova; é a principal arma ofensiva de La Roja
Mikel Oyarzabal — 4 golos no torneio, melhor marcador da equipa; bisou frente à Áustria e tem sido uma referência ofensiva da Espanha.
Mikel Merino — entrou do banco e marcou o golo da eliminação de Portugal aos 90+1'. Torna La Roja ainda mais perigosa nos momentos decisivos.
A Bélgica é uma das equipas mais imprevisíveis ainda em prova. Já reagiu a momentos difíceis neste torneio, incluindo a recuperação frente ao Senegal e a goleada sobre os EUA nos oitavos de final. Rudi Garcia construiu uma equipa com profundidade real de banco: Lukaku voltou a ser decisivo como suplente e De Ketelaere assumiu protagonismo ofensivo com dois golos frente aos EUA. Com Kevin De Bruyne disponível, a Bélgica ganha criatividade entre linhas, embora continue a haver dúvidas sobre o equilíbrio defensivo do meio-campo.
Kevin De Bruyne — disponível e esperado como peça central da criação belga. A sua presença aumenta a capacidade da Bélgica para encontrar espaços entre linhas.
Charles De Ketelaere — em grande forma depois dos 2 golos frente aos EUA; deverá ser uma das principais ameaças ofensivas da Bélgica em Los Angeles.
Youri Tielemans — capitão, influência forte na circulação e chegada à área; um dos jogadores-chave no equilíbrio da equipa.
Romelu Lukaku — continua a ser uma referência de área e uma opção determinante, seja no onze inicial ou a partir do banco.
Amadou Onana — fora do resto do Mundial com rutura do ligamento cruzado anterior no joelho direito. A sua ausência reduz a presença física e a proteção defensiva da Bélgica no meio-campo.
Formação provável: 4-3-3
Unai Simón; Pedro Porro, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte, Marc Cucurella; Rodri, Pedri, Dani Olmo; Lamine Yamal, Mikel Oyarzabal, Álex Baena.
Formação provável: 4-2-3-1
Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Nathan Ngoy, Brandon Mechele, Maxim De Cuyper; Kevin De Bruyne, Youri Tielemans; Dodi Lukebakio, Charles De Ketelaere, Leandro Trossard; Romelu Lukaku (ou Jeremy Doku a mais avançado, com Lukaku no banco de início).
Nota: Os onzes oficiais são anunciados cerca de uma hora antes do início do jogo.
Espanha | Nico Williams — dúvida por lesão no adutor; falhou os dois jogos a eliminar anteriores e a sua utilização frente à Bélgica dependerá da evolução física até ao jogo. Yeremy Pino — baixa provável/maior preocupação por lesão no ombro/clavícula; há relatos de que pode falhar o resto do Mundial, embora algumas atualizações indiquem entorse acromioclavicular sem fratura. A disponibilidade deve ser confirmada nas informações oficiais. |
Bélgica | Amadou Onana — fora do resto do Mundial após rutura do ligamento cruzado anterior no joelho direito. É a principal baixa da Bélgica e obriga Rudi Garcia a reajustar o equilíbrio defensivo do meio-campo. Kevin De Bruyne — disponível e esperado no onze; foi gerido/poupado no jogo anterior e deverá regressar como peça central da criação belga. |
A Espanha parte como favorita, e as apostas Espanha vs Bélgica devem refletir essa vantagem nas odds. A solidez defensiva, o controlo da posse liderado por Rodri e a eficácia ofensiva de Yamal e Oyarzabal colocam La Roja numa posição forte antes do apito inicial.
Mas a Bélgica tem argumentos reais. Kevin De Bruyne disponível transforma o meio-campo belga e aumenta a qualidade da equipa no último passe. Sem Amadou Onana, fora do resto do Mundial, a Bélgica perde capacidade de proteção defensiva, mas o trio De Ketelaere–De Bruyne–Tielemans, com Lukaku como referência de área, tem qualidade para criar oportunidades contra qualquer seleção.
O duelo de médios é a chave: Rodri vs De Bruyne. O primeiro vai tentar anular o espaço em que o segundo é imparável. O vencedor dessa batalha decide provavelmente o jogo.
Consulta a nossa análise completa dos quartos de final do Mundial 2026.
Odds de referência — confirma sempre na bwin antes de apostares, as odds mudam até ao apito inicial:
Vitória da Espanha | 1.60 |
Empate | 3.90 |
Vitória da Bélgica | 5.00 |
Bélgica – Qualificar-se | 3.60 |
Espanha & mais 3,5 golos marcados | 4.50 |
Nota: como é uma eliminatória direta, empate ao fim dos 90' implica prolongamento e, se necessário, penáltis. Separa o mercado "resultado ao fim de 90 minutos" do mercado "qualificação para as meias-finais" — as cotações são diferentes.
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A Espanha é a melhor seleção defensiva do torneio e entra em campo com o sistema bem consolidado. A Bélgica chega com De Bruyne disponível e com capacidade para ferir em transição, mas terá de compensar a ausência de Amadou Onana no meio-campo. A nossa leitura: Espanha ganha e mais de 3,5 golos. Concordas?
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+18. Sê responsável. Aposta com moderação.
